domingo, 13 de março de 2011

"Ama et quod vis fac" - Ama e faze o que queiras

Para Santo Agostinho, tudo é permitido, desde que seja por amor. E realmente não há como errar quando o amor vem em primeiro lugar. 
Mas não confundamos amor com desejo, com vaidade ou capricho. Ele falava de um amor universal, desinteressado, divino. 
O verdadeiro amor não justifica nada. É e basta. Não precisa de motivos, condições, nem de provas. Ele liberta, não pode limitar.
O amor de que estamos falando não admite cobrança, ele é quem generosamente dá. Jamais escraviza. Serve com prazer. 
Cuida sem sufocar. Sem nada esperar, nem mesmo retribuição...
Fica então a pergunta: Saberei mesmo Amar? 

4 comentários:

  1. Olha posso responder que por mais que não tenhamos interesse, que não sufocamos, que façamos com prazer... somos "seres humanos" e como tais, somos imperfeitos, porém não acomodados.

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  2. Tereza, o caminho pode ser longo, mas é esse mesmo.

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  3. Pois é o amor é algo infinitamente mais profundo que a paixão.

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  4. Com certeza, Mariângela, mas às vezes pode ser difícil diferenciar um do outro...

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